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A artista colombiana Johanna Calle apresenta nova individual na galeria Marilia Razuk
A artista colombiana Johanna Calle apresenta nova individual na galeria Marilia Razuk

A artista colombiana Johanna Calle retorna à Galeria Marilia Razuk com a exposição Babel. Drawings by Johanna Calle, sua terceira individual no espaço. A mostra, que será inaugurada em 25 de março, traz um conjunto de 79 obras, divididas em três séries de trabalhos que integram sua produção mais recente: Minúsculas, Párrafos e Simbiontes.

Dona de produção ao mesmo tempo delicada e contundente, a artista, que participou da 31ª Bienal de São Paulo, em 2014, e da Bienal de Sydney, em 2016, tem expandido e transformado aquilo que se entende como desenho. Johanna faz uso de materiais inusitados como fios, ferro e malhas de arame e aço, aproveitando-se de técnicas como costura, perfuração e textos manuscritos e datilografados para a construção de uma série de imagens.

A artista cria desenhos significativos, que muitas vezes denotam vulnerabilidade, fragilidade, precariedade, resistência e transgressão. Trata-se de uma forma simples, delicada e densa de referenciar problemas e incoerências que permeiam a sociedade latino-americana. Em sua obra, Johanna toma como matéria-prima não apenas o espanhol, sua língua-mãe, mas também línguas e alfabetos diversos. A artista enfatiza seus valores artísticos e, ao mesmo tempo, questiona a capacidade de comunicação de cada código.

Johanna utiliza a palavra como embrião de um desenho, cujos significados intelectuais e históricos estão escondidos pela forma. Suas obras nunca são de rápida fruição, permitindo ao observador descobrir universos criados a partir de signos.

Criada em 2013, a série Minúsculas é composta por 77 trabalhos realizados em papel japonês datilografados, cujos textos, compostos pela combinação de milhares de letras minúsculas, podem ser vistos de modo habitual e também de trás para frente. Párrafos – parágrafos, em português –também traz um questionamento acerca das letras e estruturas linguísticas. A série reúne 12 trabalhos, compostos por bases em MDF, sobrepostos a linhas retas de aço, combinadas a sistemas de letras antigas em borracha.

Simbiontes traz sete obras produzidas entre 2014 e 2015. O título que dá nome ao conjunto faz referência a uma relação simbiótica de dois ou mais organismos que, apesar de distintos, atuam em conjunto para o benefício mútuo. Criadas a partir de bordados sobre telas de aço, as obras se assemelham a uma cultura de microrganismos sobre placas de Petri, recipientes estéreis, cilíndricos e achatados, utilizados por profissionais de laboratório.

Sobre a artista

Johanna Calle nasceu em Bogotá, Colômbia, em 1965, onde vive e trabalha. Após estudar na Universidad de los Andes (1984-1989), em Bogotá, realizou seu mestrado em Artes Plásticas pelo Chelsea College of Art, Londres (1992-1993). A artista participou da 7ª Bienal do Mercosul (2009), da Bienal de Istambul (2011),  da 31ª Bienal de São Paulo (2014) e da Bienal de Sydney (2016).

Entre suas principais exposições individuais, destacam-se: Silentes, 1985 – 2015, curadoria de Helena Tatay, Museu Amparo, Puebla, Mexico (2016); Dibujos, curadoria de Javier Hontoria, Colombian Embassy, Madri, Espanhã (2016);  Silentes, curadoria de Helena Tatay, Museu de Arte do Banco da Republica, Bogotá, Colômbia (2015); Grafos, Galeria Marilia Razuk, São Paulo, Brasil (2014); Fotogramática, Krizinger Residencies, Krizinger Gallery, Vienna, Austria (2013); Intertextos, Galeria Marilia Razuk, Sao Paulo (2012); Submergeants: a drawing approach on masculinities, project room, curadoria de Cecilia Fajardo-Hill, Museum of Latin American Art, Long Beach, EUA (2011); Variaciones políticas del trazo dibujos de Johanna Calle, Fundación TEOR/éTica, San José de Costa Rica (2008); Lacony, Galería Santa Fé, Planetario Distrital, Bogotá (2007); Zona Tórrida, Galería Casas Riegner, Bogotá (2006); Pretérita, Fundación Gilberto Alzate Avendaño, Bogotá (2006); Tangencias, Sala ASAB, Academia Superior de Artes de Bogotá (2005).

Ao longo da sua carreira, Calle recebeu prêmios pelo seu trabalho, entre os quais sedestacam: Emerging Artists Grants Program, Cisneros Fontanals Art Foundation CIFO, Miami (2008) e Mención de Honor IV Premio Luis Caballero (2007); Beca Cité International des Arts, Paris, AFFA Asociación Française des Affaires Etrangères (2001); Premio Salón Regional de Artistas, Ministerio de Cultura (2000), entre outros.

Representada pela Galeria Marília Razuk, Johanna Calle terá alguns de seus trabalhos apresentados à 13ª edição da SP-Arte, que ocupará o Pavilhão da Bienal entre os dias 6 e 9 de abril.

 

Serviço

Babel. Drawings by Johanna Calle

Local: Galeria Marília Razuk
Abertura: 25 de março, sábado, das 11h às 16h
Período expositivo: de 25 de março de 2017 à 20 de maio de 2017
Horário de funcionamento: segunda a sexta-feira, das 10h30 às 19h / sábado das 11h às 16h
Endereço: Rua Jerônimo da Veiga, 131 – Itaim Bibi – São Paulo Tel.: 55 11 3079-0853

 

 

Fonte: Arteref

 

 

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Bambu é a estrela da abertura da Japan House
Bambu é a estrela da abertura da Japan House

Uma popular gramínea é o foco da primeira exposição da Japan House, centro de cultura japonesa criado pelo governo do Japão em São Paulo. A mostra Bambu – Histórias de um Japão, que abre no dia 6 de maio, traz uma coleção de obras que formam uma cronologia visual de mais de 150 anos de arte feita com a planta, uma protagonista silenciosa da cultura do país oriental.

Entre os destaques da exposição estão esculturas dos artistas Chikuunsai IV Tanabe, Hajime Nakatomi, Shigeo Kawashima e Akio Hizume, principais nomes da arte do bambu no Japão hoje. A exposição também traz curiosidades sobre o uso do bambu em importantes descobertas do século XIX, como a lâmpada de Thomas Edison, cujo filamento era de bambu, e o 14 Bis e o Demoiselle, de Santos Dumont.

Criada pelo governo japonês, a Japan House é um ponto de difusão de elementos da cultura japonesa para a comunidade internacional. São Paulo foi uma das três localidades escolhidas, juntamente com Londres, na Inglaterra, e Los Angeles, nos Estados Unidos. A ideia do centro cultural é oferecer exposições, shows, workshops, experiências gastronômicas, e ser um espaço para encontros de negócios e estudos acadêmicos.

A exposição Bambu- Histórias de um Japão fica em cartaz de 6 de maio a 5 de julho. A Japan House fica na Avenida Paulista, nº 52, e a visitação pode ser feita de terça a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos e feriado das 10h às 18h. A entrada é gratuita.

 

Fonte: VEJA

 

 

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Se você não entende a arte conceitual a culpa não é sua!
Se você não entende a arte conceitual a culpa não é sua!

A Arte Conceitual é, no Brasil, um campo de expressão artística muito pouco compreendida. Isto se deve a muitos artistas, jornalistas desinformados e críticos de arte que a tratam como se esta fosse a única forma de Arte Contemporânea. Os artistas desse movimento preocupam-se com a documentação da ideia, por meio de descrições que articulam ou exploram o seu conceito. Assim, a execução da obra não tem tanta importância, já que segundo os artistas a arte reside no conceito essencial, não no trabalho real.

 

Principais artistas conceituais Brasileiros

Lygia Clarck (1920-1988).

Pseudônimo de Lygia Pimentel Lins foi artista visual, pintora, escultora, desenhista, psicoterapeuta e professora de artes plásticas brasileira
A partir da década de 1960, começou a trocar a pintura pela experiência com objetos tridimensionais, e um exemplo disso é a série Bichos, onde o espectador ajuda na exposição. Após ir para a Europa, seu trabalho passou a focar em expressões corporais. Suas obras lhe renderam reconhecimento internacional a partir de 1980.

Cildo Meireles (1948).

Conhecido internacionalmente, Cildo cria os objetos e as instalações que acoplam diretamente o visor em uma experiência sensorial completa, questionando, entre outros lemas, a ditadura militar no Brasil(1964 – 1984) e a dependência do país na economia global.

Totem-monumento ao Preso Político e Introdução a uma nova crítica

São obras que revelam um certo caráter político do artista. Datam dos anos 70 e 80, no qual Cildo Meireles arquitetou uma série de trabalhos que faziam uma severa crítica à ditadura militar. Neles a questão política sempre vem acompanhada da investigação da linguagem. (Abaixo, a obra “Introdução a uma nova crítica”, que consiste em uma tenda sob a qual se encontra uma cadeira comum forrada com pontas de prego.)

Iole de Freitas (1945).

Iole de Freitas é uma artista plástica, escultora e gravadora brasileira que atua no campo de arte contemporânea. Iole iniciou sua carreira na década de 1970, participando de um grupo de artistas em Milão, Itália, ligado a Body art. Utilizava então a fotografia.

 

Principais artistas conceituais internacionais

Wim Delvoye (1965).

Nasceu em Wervik, Bélgica. Vive em Gent e Londres. Wim Delvoye evidencia a atual impossibilidade de um pensamento que tome a arte somente a partir de um ponto de vista histórico ou estético – da estética em seu sentido estrito, como disciplina –, que obedeça à linearidade e à teleologia. Ao mesmo tempo, nos alerta para a importância da revisão do acervo iconográfico e simbólico que constitui a escrita da História. Não só a História, mas as narrativas de modo geral, grandes e pequenas. Nas obras, a referência à simbologia de tempos históricos – como a modernidade, o gótico e o barroco –, é realizada por meio de mixagens e de descontextualizações, deslocamentos, que produzem hibridismos.

Uma exposição intitulada ‘porcos tatuados’, do “artista” belga Wim Delvoye, provocou polêmica no Museu de Arte Moderna e Contemporânea de Nice, na França.
A exposição, que apresenta sete porcos empalhados e tatuados, causou indignação de entidades de defesa dos animais.

Delvoye começou a tatuar porcos ainda na década de 1990. Na década seguinte, ele transferiu o projeto para uma fazenda na China, longe do olhar de reprovação das entidades de defesa dos animais.

Joseph Kosuth (1945).

É um influente artista conceitual americano. Kosuth estudou belas artes na escola de artes visuais em New York. Sua obra Uma e Três Cadeiras, de 1965, ao lado da “Fonte”, de Marcel Duchamp, no MoMa, uma “Informação”, exposição de arte conceitual que tinha como objetivo colocar a arte como fonte de informações, e não como concepção estética.

Chuck Close (1945).

Chuck Close é um fotógrafo e pintor americano nascido em Washington em 1940. Close utiliza como técnica sobretudo o Foto-realismo, técnica em que a pintura é similar a uma fotografia, e que se enquadra no movimento artístico denominado de Hiper-realismo.

 

 

Fonte: Arteref

 

 

 

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Análise: 32.ª Bienal, uma decepção
Análise: 32.ª Bienal, uma decepção

Sheila Leirner, 
Especial para O Estado de S. Paulo

Foto: GABRIELA BILO / ESTADAO

 

Pneus com ervas, oca, pula-pulas e penduricalhos são emblemas de decadência da mostra paulista

 

Não existem padrões particulares para avaliar uma Bienal, seja ela temática, experimental, improvisada ou estranhamente conceituada por um curador cujo discurso e escolhas artísticas falam de tudo, menos de arte. O papel dela continua exatamente o mesmo em qualquer parte: servir como barômetro da situação artística (e, portanto, também extra-artística) do planeta ou parte dele, desenvolvendo não apenas a reflexão sobre os caminhos da arte, mas sobretudo a prática mesma de torná-los compreensíveis para o público. 

Assim, pode-se dizer que a 32.ª Bienal, que termina no domingo, 11, teve a infelicidade de cumprir o oposto de sua vocação: a arte do nosso tempo não foi a medida da atuação curatorial. Em vez de espelhar democraticamente o efervescente estado artístico atual, impôs – de cima para baixo – ideias e “produtos escolhidos a dedo”, que “colam” em certas realidades e ideologias de circunstância. E tudo isso por meio, não de um tema, mas de um subterfúgio tendencioso, oportunista, obscuro e suficientemente elástico, que permitiu pescar somente estratégias estéticas que confortassem o seu raciocínio.

O resultado deste ingênuo ensaio exegético da “incerteza”, saído de um projeto tímido e vacilante, apoiado nas muletas teóricas da ocasião, não é “incômodo”, “sereno” ou “suave” como querem alguns. É apenas vago, negligente, inacabado, para não dizer indigente. Não é porque esta pequena exposição de 330 obras se mostra antagônica ao mercado e às feiras, como aliás devem ser todos os eventos desse tipo, que ela possui algum mérito.  

Possuiria valor se não tivesse perdido a oportunidade de seduzir e fascinar o público, oferecendo-lhe arte, história e real concentração do espírito em vez de entretenimento e lazer, paradoxalmente sob o peso dos mesmos e sinistros motes de sua vida cotidiana. Um pobre espetáculo para o qual o visitante deve engolir etiquetas explicativas (ou justificativas?) que, quando não são ininteligíveis – como se constituíssem superegos intimidantes dos artistas – possuem pouca ou nenhuma relação com o que ele vê.

Pneus com ervas, oca, penduricalhos, chão de pula-pulas, museografia diluída, etc., apesar de seus possíveis significados latentes, são emblemas de uma edição decadente, a qual mesmo os raros e excepcionais artistas presentes não conseguem salvar. Esta Bienal é uma enorme decepção para os que sentiram durante várias décadas o encanto de novas descobertas a cada acontecimento no Ibirapuera. Teria sido mais acertado aguardar dois anos ainda, trabalhando melhor e arrecadando mais recursos, do que se expor ao ridículo de tal precariedade. 

O que significa a meia dúzia de artistas históricos ou reconhecidos, pingados e perdidos no meio do pavilhão? Com ou sem comissionamento, e os riscos que ele implica, induziu-se os parcos 81 participantes (alguns com obras extremamente fracas) e coletivos, como se fossem fantoches, a criar e/ou discursar o que se quis que criassem e/ou discursassem, quando existe uma preciosa mina de arte e conceitos no mundo, de onde extrair verdadeiras pepitas de ouro. 

Formar um conjunto forte e representativo de como as coisas da arte se apresentam em sua diversidade hoje em dia, de fato é tarefa hercúlea. Porém, não impossível. Um pequeno colegiado de jovens e talentosos curadores internacionais nunca foi suficiente. Seria necessário, antes de tudo, um enérgico grupo nacional de auxiliares em todas as áreas (como foi a Comissão de Arte e Cultura, nos anos 1980), hoje inclusive no campo filosófico e científico; um (e apenas um) curador-autor, e uma rede nacional e internacional de correspondentes curatoriais competentes. 

Não é verdade que o curador-autor seja “modelo agonizante fora de cena”. Este continua figura essencial (também diplomática e política) que pode travar – sem preguiça – um fértil diálogo com instituições e interlocutores oficiais nacionais e estrangeiros, como se fez em algumas Bienais a partir de 1981 (antes de internet). Por que não retomar procedimentos que deram certo, ajustando-os às conquistas do século 21, em todos os setores? 

Hoje, sabemos perfeitamente o que é arte contemporânea e as inverdades sobre a sua “suposta” crise. Temos trabalhos e criadores de sobra, infinitas possibilidades de escolha também para linhas de reflexão, e uma rica história de séculos em que colher heranças e relações. Contudo, “o moderno vai na direção de uma vida sem descendência”, a 32.ª Bienal de São Paulo o comprova. Ora, lutemos para que este vaticínio do filósofo Peter Sloterdijk não se realize! 

INCERTEZA VIVA 

Bienal de São Paulo. Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº, Ibirapuera; 5576-7600.  3ª a dom., 9h/19h. Grátis. Até 11/12.

 

Fonte: Estadão CULTURA

 

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11 artistas brasileiros de arte moderna para você conhecer!
11 artistas brasileiros de arte moderna para você conhecer!

Chama-se genericamente modernismo (ou movimento modernista) o conjunto de movimentos culturais, escolas e estilos que permearam as artes e o design da primeira metade do século XX. Apesar de ser possível encontrar pontos de convergência entre os vários movimentos, eles em geral se diferenciam e até mesmo se antagonizam.

 

Encaixam-se nesta classificação, dentre outros campos culturais, a literatura, a arquitetura, design, pintura, escultura, teatro e a música moderna.

A palavra moderno também é utilizada em contraponto ao que é ultrapassado. Neste sentido, ela é sinónimo de contemporâneo, embora, do ponto de vista histórico-cultural, moderno e contemporâneo abranjam contextos bastante diversos.

Principais características da Arte Moderna:

Objetivando romper com os padrões antigos, os artistas modernos buscam constantemente novas formas de expressão e, para isto, utilizam recursos como cores vivas, figuras deformadas, cubos e cenas sem lógica. O marco inicial do movimento modernista brasileiro foi a realização da Semana de Arte Moderna de 1922, onde diversos artistas plásticos e escritores apresentaram ao público uma nova forma de expressão. Este evento ocorreu no Teatro Municipal de São Paulo.

A Arte Moderna está exposta em muitos lugares, em São Paulo ela pode ser vista no Museu de Arte Moderna, nas Bienais e também em outras formas de exposições que buscam estimular esta forma de expressão.

 

1. Tarsila do Amaral, 1886-1973, Capivari, São Paulo.

Foi uma pintora e desenhista brasileira e uma das figuras centrais da pintura e da primeira fase do movimento modernista no Brasil, ao lado de Anita Malfatti. Em 1922, introduziu o cubismo no Brasil com suas formas geométricas representadas, na maioria das vezes, por cubos e cilindros. Seu quadroAbaporu, de 1928, inaugura o movimento antropofágico nas artes plásticas.

 

2. Anita Malfatti, 1889-1964, São Paulo, São Paulo.

Foi uma pintora, desenhista, gravadora e professora brasileira.
Sua polêmica exposição em 1917 foi um marco para a renovação das artes plásticas no Brasil. O escritor Monteiro Lobato, crítico de arte do jornal O Estado de São Paulo, publicou um artigo intitulado “Paranoia ou mistificação?”, era uma crítica à mostra expressionista de Anita Malfatti, que serviu de estopim para o Movimento Modernista no Brasil. Algumas de suas obras tornaram-se clássicos da pintura moderna.

 

3. Di Cavalcanti, 1897-1976, Rio de Janeiro.

Emiliano Augusto Cavalcanti de Albuquerque e Melo, mais conhecido como Di Cavalcanti foi um pintor modernista, desenhista,ilustrador, muralista e caricaturista brasileiro. Sua arte contribuiu significativamente para a distinção da arte brasileira e entre outros movimentos da época com suas reconhecidas cores vibrantes, formas sinuosas e temas tipicamente brasileiros como carnaval, mulatas e tropicalismos em geral. Di Cavalcanti é, juntamente com outros grandes nomes da pintura como Anita Malfatti, Tarsila do Amaral, Graça Aranha um dos mais ilustres representantes do modernismo brasileiro.

 

4. Inácio da Costa Ferreira, 1892-1958, Rio Claro, São Paulo.

Inácio da Costa Ferreira, melhor conhecido como Ferrignac, foi um advogado, ilustrador, desenhista, caricaturista e escritor brasileiro. Ele participou e teve grande influência na Semana de Arte Moderna.

 

5. Vicente do Rego Monteiro, 1899-1970, Recife, Pernambuco.

Foi um artista múltiplo: pintor, desenhista, escultor, professor e poeta brasileiro.

 

6. John Graz, 1891, Genebra, Suíça | 1980, São Paulo, São Paulo.

John Louis Graz foi um pintor, ilustrador, decorador, escultor e artista gráfico.

 

7. Oswaldo Goeldi, 1895-1961, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro.

Foi gravador, desenhista, ilustrador, professor. Filho do cientista suíço Emílio Augusto Goeldi. Com apenas 1 ano de idade, muda-se com a família para Belém, Pará, onde vivem até 1905, quando foram para Berna, Suíça.

 

8. Victor Brecheret, 1894-1955, São Paulo.

Victor Brecheret foi um escultor ítalo-brasileiro, considerado um dos mais importantes do país. É responsável pela introdução do modernismo na escultura brasileira.

 

9. Wilhelm Haarberg,1891-1986, Alemanha.

Escultor, desenhista, restaurador e professor. Wilhelm Haarberg. Residiu em Săo Paulo e aproximou-se do escritor e crítico de arte Mário de Andrade, que o caracterizava como um escultor da escola expressionista alemă que incorporara traços arcaizantes aos seus trabalhos; durante o período em que viveu na capital paulista, ministrou aulas de plástica para crianças na Escola Alemă.

 

10. Ismael Nery, 1900-1934, Rio de Janeiro.

 

Foi um pintor brasileiro de influência surrealista. Junto com Cícero Dias e Oswaldo Goeldi foi um dos expoentes dos anos 1920. Muito atuante no modernismo brasileiro, veio a falecer prematuramente, aos 34 anos, de tuberculose, num mosteiro franciscano. Portanto, suas obras passaram a ser reconhecidas após sua morte.

 

11. Lasar Segall, 1891, Vilnius, Lituânia | 1957, São Paulo.

Foi um pintor, escultor e gravurista judeu brasileiro nascido no território da atual Lituânia. O trabalho de Segall teve influências do impressionismo, expressionismo e modernismo.

 

Fonte: Arteref

 

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