Márcio Santana

Mácio Santana nasceu em Socorro-SE, em 1978 e reside em Salvador desde 1980. Autodidata, aos 13 anos, deu seus primeiros passos na carreira de artista plástico como assistente de dois artistas Sinval e Cesar Romero.

 

Exposições individuais:

2014   Memória da cor, Galeria ACBEU ,Salvador ,  BA

2009  luzes das cores , Galeria de arte IBEU, Rio de Janeiro, RJ

2008  Galeria de arte Carlo Barbosa, Feira de Santana,BA

2007  Grafos, EBEC Geleria de arte, Salvador, BA

2002  Espaço Calazans Neto, Salvador ,BA

 

Exposições coletivas:

2009  Circuito das artes, Palacete das artes Robin Bahia, BA

2008  Encontro de Baianos e Sergipanos, MAC, Feira de Santana, BA

2008  Natal artístico e solidário, Fundação Gregorio de Matos, Campo Grande e Estação de transbordo do Iguatemi, Salvador, BA

2008  Exposição a ceú aberto, Tema Cosme Damião, Campo Grande e Estacão de transbordo do Iguatemi, Salvador, BA

2008  IX Bienal  do Recôncavo, São Felix,BA

2008  Solidariedade, EBEC Galeria de arte, Salvador ,BA

2007  V  salão Bahia, Marinhas, Salvaddor, BA

2007  12  Artistas Baianos, Assembléia Legislativa, Salvador, BA

2005  Art For Sale, Galeria ACBEU, Salvador, BA

2005 Acervo, Museu Náutico da Bahia, Salvador, BA \ Museu  Dannemenn, São Felix, BA

2005  Galeria ACBEU, Salvador, BA

2005  Prêmio, Projeto Cultural e arte do Banco Capital, Salvador, BA

2005  Projeto Extra, Ilustrações para capa de talão de chuque do Banco Capital

 

Luzes das Cores

Na pintura de Márcio Santana, o colorido anima forças originárias das primeiras sensações visuais. Tais sensações remetem ao nascedouro das cores, como se presenciássemos a criação do Universo. Aprendizes na cena do surgimento do mundo, descobrimos nas telas de Márcio delicadas mudanças de luminosidade pontuando o início da vida. Porque das luzes surgem as cores. Das luzes, emana a vida. E nas cores fluem outras cores. Nas telas de Márcio Santana, a monocromia nos surpreende com inesperados, rumos luminosos, tal se navegássemos constelações diurnas. Assim, em meio a texturas brandas, surge uma plêiade de pequenas luzes e matizes, que, entre continuidade e a descontinuidade de movimentos lineares, sugerem um código primevo a ser decifrado. Andarilhos do enigma sentimos que nessas cores e luzes reverberam imaginárias sonoridades de um poema qeu fala da criação do mundo. No poema, visitamos o interior das mandalas do Oriente. Participamos de antigos ritos das cavernas. E caminhamos sobre tapeçarias oníricas que nos trazem de volta ao chão. Ao seguirmos tal percurso, inicia-se nosso aprendizado das luzes.

Mirian de Carvalho

ABCA - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CRÍTICOS DE ARTE

 

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