Claudia Seber

 

Arteterapeuta, designer de jóias e Terapeuta Ocupacional de formação, atua há mais de 20 anos no ramo da joelheira autoral, tendo se dedicado simultaneamente à criação e produção de jóias, adornos e ao ensino técnico das mesmas.

As esculturas surgiram com a ideia de mesclar a técnica da joalheria e o refugo da produção de joias, a diversos e inusitados tipos de metais recolhidos aleatoriamente pelas ruas e caçambas da cidade de São Paulo. Uniram-se a essa lista, vidro, mármore, madeira, enfim todo e qualquer material utilizado na composição artística das esculturas. A prioridade é sempre o material de descarte. A inspiração para as composições surge da fusão entre a Alma da Matéria e a Alma Singular dotada de conceitos e simbologias comuns a todo o Universo Humano. O cerne da produção não é a reciclagem, mas a ressignificação do mundo material compondo-o estética e simbolicamente, através da Arte.

A pesquisa de novos materiais é uma constante na produção das esculturas, embora a base técnica utilizada seja a da joalheria tradicional, somada a conceitos de metalurgia na conservação e manuseio de metais ferrosos. Cada novo material, seja a madeira, vidro, acrílico ou os demais, exige o estudo e o conhecimento concernente ao seu uso. Compondo-os lado a lado, o olhar estético e, sobretudo o conceitual e simbólico, constituem cada nova escultura juntamente com o ato de nomeá-las, ou seja, personifica-las enquanto objeto Uno e Original.

Finalista do concurso REFLEXÃO ARTE HOJE patrocinado pelo shopping D&D ( 2017 ) a Obra ÁLAMO figurou, dentre mais de 400 trabalhos entre os 50 primeiros colocados. É a representação da Arte através do processo de germinação da árvore, contextualizada no mundo contemporâneo.

 

“Não te dei face, nem lugar que te seja próprio, nem dom algum que te faça particular, ó Adão, a fim de que tua face, teu lugar e teus dons, tu os desveles, conquistes e possuas por ti mesmo. A natureza encerra outras espécies em leis por mim estabelecidas. Mas tu, a que nenhum confim delimita, por teu próprio arbítrio, nas mãos do qual te coloquei, tu te defines a ti mesmo. Pus-te no mundo a fim de que possas melhor contemplar o que contém o mundo. Não te fiz celeste nem terrestre, mortal ou imortal, a fim de que tu mesmo, livremente, à maneira de um bom pintor ou de um hábil escultor, descubras tua própria forma”...

Oratio de Hominis Dignitate, escrita em 1486, Pico della Mirandola

 

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