Sugestão do curador

Patrícia Melro

Nascida em Maceió, Alagoas no ano de 1961, Patrícia Melro se interessou pelo universo das artes ainda na infância, ao admirar sua avó paterna sempre em frente à seu cavalete. Em 1985, formou-se em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal de Alagoas e durante mais de 30 anos dedica-se a profissão. Autodidata, sua arte não se prende à regras e nem técnicas, a artista faz aquilo que sua intuição manda. Antes de ser intuitiva, gestual, ou técnica, sua obra é uma ferramenta de prática espiritual.

Nas palavras da própria artista:

“Vejo a vida como um aprendizado constante e a arte um portal sagrado de encontro com o Divino. É assim que realizo meu trabalho, colocando nele o que há de melhor em mim, deixando que a intuição me guie. Não me prendo à regras nem técnicas, faço aquilo que meu coração pede. Quando mudo as perspectivas, crio novas possibilidades.”

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Ricardo Baroni

Ricardo Baroni é artista visual, de tendência multiartística, desde sempre inclinado para a arte e cultura.

É natural de Belo Horizonte onde vive e trabalha.

Artesanato, dança, desenho de arquitetura, design de ambientes, artes gráficas, artes plásticas, gastronomia, poesia e folclore são algumas de suas vivências.

Seu trabalho autoral de linguagem fotográfica, deriva de seus registros, que fornece a imagem como matéria prima para um processo artístico que implica pesquisa, experimento e criação através da edição digital.

Com carácter poético, em uma produção que denota inquietude diante da profusão de possibilidades de expressão das imagens, incita a
imaginação do leitor quanto a origem dos registros. Sente produzir com intensidade, intuição e sentimento, onde flui a sintonia e percepção quanto a beleza intrínseca na paisagem comum, ao acessível e singular.

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Nádia Maria

O trabalho poético e particular de Nádia Maria já ganhou reconhecimento por diversos países, com publicações e exposições, entre eles: Espanha, França, Itália, Estados Unidos, Austrália, Rússia, Alemanha, Holanda (Países Baixos), Inglaterra, China...

Foi vencedora do concurso cultural da National Geographic Brasil Sua foto e também teve uma imagem reconhecida pela National Geographic americana entre as 12 melhores imagens do mês.

Fechou um contrato de licença de imagem com a Art + Commerce e a Vogue Italiana, que são agora responsáveis pela venda de uso editorial de algumas de suas imagens... 

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Claudia Seber

Arteterapeuta, designer de jóias e Terapeuta Ocupacional de formação, atua há mais de 20 anos no ramo da joelheira autoral, tendo se dedicado simultaneamente à criação e produção de jóias, adornos e ao ensino técnico das mesmas.

As esculturas surgiram com a ideia de mesclar a técnica da joalheria e o refugo da produção de joias, a diversos e inusitados tipos de metais recolhidos aleatoriamente pelas ruas e caçambas da cidade de São Paulo. Uniram-se a essa lista, vidro, mármore, madeira, enfim todo e qualquer material utilizado na composição artística das esculturas. A prioridade é sempre o material de descarte. A inspiração para as composições surge da fusão entre a Alma da Matéria e a Alma Singular dotada de conceitos e simbologias comuns a todo o Universo Humano. O cerne da produção não é a reciclagem, mas a ressignificação do mundo material compondo-o estética e simbolicamente, através da Arte.

A pesquisa de novos materiais é uma constante na produção das esculturas, embora a base técnica utilizada seja a da joalheria tradicional, somada a conceitos de metalurgia na conservação e manuseio de metais ferrosos. Cada novo material, seja a madeira, vidro, acrílico ou os demais, exige o estudo e o conhecimento concernente ao seu uso. Compondo-os lado a lado, o olhar estético e, sobretudo o conceitual e simbólico, constituem cada nova escultura juntamente com o ato de nomeá-las, ou seja, personifica-las enquanto objeto Uno e Original.

Finalista do concurso REFLEXÃO ARTE HOJE patrocinado pelo shopping D&D ( 2017 ) a Obra ÁLAMO figurou, dentre mais de 400 trabalhos entre os 50 primeiros colocados. É a representação da Arte através do processo de germinação da árvore, contextualizada no mundo contemporâneo.

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Bruno Neves

Bruno Neves, 1991, nasceu e vive em São Paulo.

Autodidata. Participante das oficinas de imersão em pintura e técnicas mistas de artistas como William, Monica Nador, Aline Van Longdonck, Leda Catunda, entre outros.

Em constante estudo sobre o período modernista brasileiro e seus desdobramentos estéticos, conceituais, aplicações e implicações na contemporaneidade.

Sua obra reflete um estilo notoriamente essencialista e minimalista, permeando entre conceitos polarizados de técnicas e estéticas.

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Marcus Jacobina

Natural de Salvador, Bahia, vive e trabalha em São Paulo desde 2003. Tem formação em Publicidade e Propaganda (2004) e Psicologia (2011). É também aluno no curso de Artes Plásticas na Escola Panamericana de Artes. 

Sempre se interessou pelas Artes, aproximando-se do desenho espontaneamente ainda criança. Após um longo período de hibernação, aproveitando suas formações educacionais e sua experiência profissional, iniciou sua dedicação às Artes Plásticas, sendo que, desde o final de 2017 vem construindo sua trajetória no mundo da Arte. 

Sua pesquisa pictórica é rica e abrangente, mas seu interesse pelo Expressionismo Abstrato fica bastante claro em suas obras. suas influências são multiplas assim como suas fontes de inspiração. Grande apaixonado pelas cores, define seu trabalho como gestual e intuitivo: um convite deliberado e intencional para que o expectador perceba que a intensidade de suas emoções são a matéria prima de seu trabalho. 

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Maria Stefanon

Natural do Espirito Santo, professora de Artes, com formação pela UFES (Universidade Federal do Espirito Santo) e licenciatura em Artes Visuais. O gosto pela arte sempre acompanhou a artista que nunca se viu fazendo outra coisa que não tivesse relação com ela. Desenho, pintura e poesia estão entre suas grandes paixões.

Atualmente dedica-se a lecionar Artes e à sua intensa produção em seu ateliê. Já participou de algumas exposições e obteve alguns prêmios, tendo uma de suas obras selecionadas para o acervo do Exercito Brasileiro.

Seu trabalho fala das coisas que a tocam, das pessoas, dos lugares imagináveis e inimagináveis, da solidão, da ironia, do que é belo e do que não é.

De acordo com a artista, sua obra desenvolve-se em dois aspectos destintos: num primeiro momento na relação entre a forma e a cor, onde o desenho se manifesta, onde a linha invade a tela, tornando a imagem surreal muitas vezes; em uma segunda vertente, registra-se a presença do humano, suas fraquezas, sua solidão, sua beleza. Nesse caso suas obras tanto podem ganhar contornos de crítica e de ironia, como se apresentar como mero resultado da observação daquilo que a cerca e atrai o seu olhar.

Para conhecer um pouco mais o trabalho da artista visite aqui

 

 

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J A Garbino

J A Garbino é médico de formação e doutor em Ciências. Se define como Ensaísta trafegando pela Neurociências, Literatura e Artes Visuais. É autor de "O Professor e o fabricante de para-raios - Ensaios sobre quase tudo", 2014 e "Arqueologia de um Poema Romântico, Anos 70", 2017.

Se dedica à pintura e desenho desde a adolescencia, estudou pintura e desenho em Lençóis Paulista com os Professores Elenice Lorenzetti e Armando Persin.

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Ailton Ribeiro

Ailton Ribeiro é pintor, designer e arte educador formado pela Unesp, Campus Bauru.

Descobriu o desenho ainda criança e jamais o deixou. Este tem sido ao longo de sua vida seu principal meio de expressão, e ainda hoje, toda sua produção, que inclui a pintura, a gravura e a escultura, tem como base a pesquisa pessoal e contínua sobre o desenho e o seu desenvolvimento.

Seu trabalho, apesar de figurativo, por seus objetivos plásticos mais notadamente presentes nos valores expressivos dos elementos visuais que utiliza, e como se relacionam no seu conjunto, revela uma obra essencialmente abstrata. Nela, a feminilidade é característica constante, e não se limita aos temas que a podem sugerir diretamente - como os nus femininos, as naturezas mortas ou as rosas, mas é ‘visível’ em toda sua abra, marcada geralmente pelo contraste, pela harmonia, pela ambiguidade e, sobretudo, por aspectos emocionais que se sobrepõem aos da razão.

Conheça um pouco mais do seu trabalho aqui.

 

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