Sugestão do curador

Karllos Mota

Nasceu em Cachoeiro do Itapemirim/ES, Brasil em 9 de abril de 1966, vive e trabalha em Serra/ES, Brasil.

Tinha, já na infância, o caderno de desenhos e os lápis de cor entre seus brinquedos, aos 14 anos muda-se para Vitória, matriculando-se no curso de desenho técnico.

No vestibular a opção foi pela arquitetura, destacando-se especialmente na disciplina de plástica.

Participa da criação do Atelier 8 em 1989, grupo de arquitetos que integra até 1991.

Após a conclusão da graduação em 1990, integrando uma equipe com outros arquitetos recém-formados, vence concurso público de projetos para urbanização da Praia da Costa, no município de Vila Velha- ES, entre outras coisas desenha o grafismo do calçadão de aproximadamente 18.000m2, utilizando pedras portuguesas vermelhas, brancas e pretas.

 

CONCEITO

Na pintura, desde meus primeiros trabalhos a cor assume papel preponderante.

A exploração de fortes contrastes é constante, a princípio em uma temática figurativa com formas fluidas, o que reflete toda uma vivência do desenho à mão livre, somente depois de formado, já atuando profissionalmente como arquiteto, o computador passou a fazer parte da rotina de trabalho, passados mais de vinte anos atuando como arquiteto, o CAD influencia de tal forma meu trabalho pictórico que resulta numa produção abstrata e geométrica.

Em 2014 mudo-me para Balneário de Carapebus, bairro na periferia da Grande Vitória, vivendo mais próximo à natureza e onde o contato interpessoal com vizinhos e demais moradores é mais caloroso, provocando nova mudança em minhas obras, desta vez faço uma fusão entre as duas fases anteriores, pois volto à figuração, porém as formas continuam geometrizadas.

Meus assuntos são tudo aquilo que vejo e que me emociona de alguma maneira, minhas obras são meu modo de expressar o que vi, vivi, imaginei ou sonhei. O que escolho para pintar passa sempre pelo afeto, sejam objetos, lugares e principalmente pessoas, suas emoções, suas relações, seus momentos.

Exploro o jogo formal e cromático em minhas composições. Meu  trabalho recebe a influência de vários artistas, Henri Matisse no plano internacional, e de brasileiros que admiro, como Tarsila do Amaral, Alfredo Volpi e Tomie Ohtake.

 

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Matizes Dumont

O GRUPO MATIZES DUMONT é formado por integrantes de uma família de Pirapora, Minas Gerais, que se dedica há mais de trinta anos às artes visuais e gráficas e ao desenvolvimento humano. Usam o bordado espontâneo, feito a mão, como linguagem artística e instrumento de transformação social e cultural.

Com origem no bordado mineiro clássico, essa família de artistas criou novas possibilidades, deu novos sentidos a esse milenar ofício. O "bordado livre e espontâneo", como elas o vivem, rompe com os padrões da técnica original. São misturas de matizes, tecidos e tessituras, traçados que se combinam em uma arte visual com caraterísticas próprias, sem formas nem padrões pré-concebidos. Inspirada na natureza e na diversidade da cultura brasileira, criam telas, arte, de profunda delicadeza.  O grupo é formado pela mãe, Antônia Zulma Diniz Dumont, o filho Demóstenes, as filhas Ângela, Marilu, Martha e Sávia. Linhas, sedas e linhos; cores, amores e partilhas, uma mãe, quatro filhas, um filho.

Seus sonhos de criar e fazer arte com liberdade brotaram cedo como o dia, envoltos em meadas e novelos coloridos de mamãe e nos "almanaques" de papai. Brinquedos feitos com sementes completaram nossos folguedos e desafios na infância.

Assim fizeram as primeiras leituras, ouvindo curiosos os causos contados por papai e observando atentos os barrados dos vestidos e as histórias bordadas por mamãe, dias e noites adentro. Desde cedo aprenderam a construir suas primeiras formas com agulha e linha brincando e observando a mãe artista, que os instigou o olhar e a escutar com sensibilidade, e isso os permitiu conviver de um jeito especial entre eles, entre rios, com a natureza e com o outro. Mais adiante, descobriram que o bordar poderia ir além do universo dos enxovais das noivas e meninos que chegavam. Criaram as primeiras obras bordadas para enfeitar os quartos em conjunto com os traços contemporâneos do irmão Demóstenes, graduado em artes plásticas. E assim começou! Apoiados por uma intimidade diferenciada com as águas do rio São Francisco e formas do cerrado bordam suas almas de criança.

Descobriram que o bordado poderia ir "além dos limites do bastidor", o que os inspira a ler as entrelinhas da vida com leveza, intensidade, alegria e solidariedade, cientes do efêmero de tudo que vem e passa. 

Neste movimento de expandir e criar acrescentaram outras características ao bordado, que hoje se atreve, arrisca de forma lúdica. Das peças utilitárias partiu com ousadia e inovação para as primeiras ilustrações de livros e em forma de telas para ocupar o espaço das artes visuais.

 

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Nádia Maria

O trabalho poético e particular de Nádia Maria já ganhou reconhecimento por diversos países, com publicações e exposições, entre eles: Espanha, França, Itália, Estados Unidos, Austrália, Rússia, Alemanha, Holanda (Países Baixos), Inglaterra, China...

Foi vencedora do concurso cultural da National Geographic Brasil Sua foto e também teve uma imagem reconhecida pela National Geographic americana entre as 12 melhores imagens do mês.

Fechou um contrato de licença de imagem com a Art + Commerce e a Vogue Italiana, que são agora responsáveis pela venda de uso editorial de algumas de suas imagens... 

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Claudia Seber

Arteterapeuta, designer de jóias e Terapeuta Ocupacional de formação, atua há mais de 20 anos no ramo da joelheira autoral, tendo se dedicado simultaneamente à criação e produção de jóias, adornos e ao ensino técnico das mesmas.

As esculturas surgiram com a ideia de mesclar a técnica da joalheria e o refugo da produção de joias, a diversos e inusitados tipos de metais recolhidos aleatoriamente pelas ruas e caçambas da cidade de São Paulo. Uniram-se a essa lista, vidro, mármore, madeira, enfim todo e qualquer material utilizado na composição artística das esculturas. A prioridade é sempre o material de descarte. A inspiração para as composições surge da fusão entre a Alma da Matéria e a Alma Singular dotada de conceitos e simbologias comuns a todo o Universo Humano. O cerne da produção não é a reciclagem, mas a ressignificação do mundo material compondo-o estética e simbolicamente, através da Arte.

A pesquisa de novos materiais é uma constante na produção das esculturas, embora a base técnica utilizada seja a da joalheria tradicional, somada a conceitos de metalurgia na conservação e manuseio de metais ferrosos. Cada novo material, seja a madeira, vidro, acrílico ou os demais, exige o estudo e o conhecimento concernente ao seu uso. Compondo-os lado a lado, o olhar estético e, sobretudo o conceitual e simbólico, constituem cada nova escultura juntamente com o ato de nomeá-las, ou seja, personifica-las enquanto objeto Uno e Original.

Finalista do concurso REFLEXÃO ARTE HOJE patrocinado pelo shopping D&D ( 2017 ) a Obra ÁLAMO figurou, dentre mais de 400 trabalhos entre os 50 primeiros colocados. É a representação da Arte através do processo de germinação da árvore, contextualizada no mundo contemporâneo.

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Bruno Neves

Bruno Neves, 1991, nasceu e vive em São Paulo.

Autodidata. Participante das oficinas de imersão em pintura e técnicas mistas de artistas como William, Monica Nador, Aline Van Longdonck, Leda Catunda, entre outros.

Em constante estudo sobre o período modernista brasileiro e seus desdobramentos estéticos, conceituais, aplicações e implicações na contemporaneidade.

Sua obra reflete um estilo notoriamente essencialista e minimalista, permeando entre conceitos polarizados de técnicas e estéticas.

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L. Folgueira

Outubro de 58, nasce em São Paulo Luiz Sergio Folgueira, e tão logo pega um lápis demonstra alguma habilidade em seus desenhos. Em Franca, nas suas férias, ficava sempre ao lado do seu primo Ico, que possuía uma habilidade gráfica incrível, passando horas observando-o e tentando acompanha-lo.

Lá pelos 10 anos, sua mãe o coloca num curso livre de desenho, fixando seu figurativo humano, e seu gosto por carros, desenhados ao fundo dos cadernos por vezes durante as aulas.

Na escola era evidente seu diferencial, forma, luz e sombra com esfumados quase perfeitos.

Muda-se para Salvador, e por conta da proximidade com o mar, seus olhos voltam-se para os esportes, mas sua criatividade aflora para outras áreas, projetando e fabricando quilhas e pranchas de surf.

Aos 14 volta à carga na arte, abandonando um pouco o lápis e se aventurando na tinta. Início desastroso, sem conhecimento algum, mas persevera.

Sua vocação pelo desenho nunca foi abandonada mesmo formando-se em técnico mecânico, opta pela área de projetos com uma rápida ascendência...

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Marcus Jacobina

Natural de Salvador, Bahia, vive e trabalha em São Paulo desde 2003. Tem formação em Publicidade e Propaganda (2004) e Psicologia (2011). É também aluno no curso de Artes Plásticas na Escola Panamericana de Artes. 

Sempre se interessou pelas Artes, aproximando-se do desenho espontaneamente ainda criança. Após um longo período de hibernação, aproveitando suas formações educacionais e sua experiência profissional, iniciou sua dedicação às Artes Plásticas, sendo que, desde o final de 2017 vem construindo sua trajetória no mundo da Arte. 

Sua pesquisa pictórica é rica e abrangente, mas seu interesse pelo Expressionismo Abstrato fica bastante claro em suas obras. suas influências são multiplas assim como suas fontes de inspiração. Grande apaixonado pelas cores, define seu trabalho como gestual e intuitivo: um convite deliberado e intencional para que o expectador perceba que a intensidade de suas emoções são a matéria prima de seu trabalho. 

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Maria Stefanon

Natural do Espirito Santo, professora de Artes, com formação pela UFES (Universidade Federal do Espirito Santo) e licenciatura em Artes Visuais. O gosto pela arte sempre acompanhou a artista que nunca se viu fazendo outra coisa que não tivesse relação com ela. Desenho, pintura e poesia estão entre suas grandes paixões.

Atualmente dedica-se a lecionar Artes e à sua intensa produção em seu ateliê. Já participou de algumas exposições e obteve alguns prêmios, tendo uma de suas obras selecionadas para o acervo do Exercito Brasileiro.

Seu trabalho fala das coisas que a tocam, das pessoas, dos lugares imagináveis e inimagináveis, da solidão, da ironia, do que é belo e do que não é.

De acordo com a artista, sua obra desenvolve-se em dois aspectos destintos: num primeiro momento na relação entre a forma e a cor, onde o desenho se manifesta, onde a linha invade a tela, tornando a imagem surreal muitas vezes; em uma segunda vertente, registra-se a presença do humano, suas fraquezas, sua solidão, sua beleza. Nesse caso suas obras tanto podem ganhar contornos de crítica e de ironia, como se apresentar como mero resultado da observação daquilo que a cerca e atrai o seu olhar.

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Márcio Santana

Mácio Santana nasceu em Socorro-SE, em 1978 e reside salvador desde 1980. Autodidata, aos 13 anos, deu seus primeiros passos na carreira de artista plástico como assistente de dois artistas Sinval e Cesar Romero.

"Na pintura de Márcio Santana, o colorido anima forças originárias das primeiras sensações visuais. Tais sensações remetem ao nascedouro das cores, como se presenciássemos a criação do Universo. Aprendizes na cena do surgimento do mundo, descobrimos nas telas de Márcio delicadas mudanças de luminosidade pontuando o início da vida. Porque das luzes surgem as cores. Das luzes, emana a vida. E nas cores fluem outras cores. Nas telas de Márcio Santana, a monocromia nos surpreende com inesperados, rumos luminosos, tal se navegássemos constelações diurnas. Assim, em meio a texturas brandas, surge uma plêiade de pequenas luzes e matizes, que, entre continuidade e a descontinuidade de movimentos lineares, sugerem um código primevo a ser decifrado. Andarilhos do enigma sentimos que nessas cores e luzes reverberam imaginárias sonoridades de um poema qeu fala da criação do mundo. No poema, visitamos o interior das mandalas do Oriente. Participamos de antigos ritos das cavernas. E caminhamos sobre tapeçarias oníricas que nos trazem de volta ao chão. Ao seguirmos tal percurso, inicia-se nosso aprendizado das luzes."

Mirian de Carvalho, ABCA - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CRÍTICOS DE ARTE

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Ery Nunes

Natural do interior da Paraíba, autodidata, começou nas artes através de desenhos, colagens e pintura a lápis. Conta com uma trajetória de mais de 20 anos nas artes, exibindo seus trabalhos em diversas mostras individuais e coletivas, incluindo algumas internacionais. Por contingências da vida passou um longo período afastado da pintura, voltando com dedicação total somente em 2012, diretamente com óleo sobre tela. Desenvolve um estilo abstracionista em fragmentos pictóricos em magníficas composições que retratam paisagens urbanas e experiências pessoais. 

Nas palavras do artista: 

“A exploração da natureza corresponde a um afastamento que é preciso compensar de múltiplas maneiras: nos paraísos artificiais das cidades, na entrega a lugares idílicos da paisagem, mas também nas reservas emocionais da civilização, no interior das festas e passagens e, por fim, nos cultos esotéricos e nos ensinamentos secretos que minam a racionalidade”.

“Vocês não imaginam a ansiedade de mergulhar na imensidão do mundo branco de uma tela e extrair cores e formas. Pintar me fascina. Criar me extasia. Isso tudo junto, me fragmenta em pedaços de felicidade.”

“Quando me deparo com aquele mundo maravilhoso, a imensidão de uma tela ainda totalmente branca, me dá uma sensação enorme de poder, de importância, que o coração não descreve, a mente não narra.”

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J A Garbino

J A Garbino é médico de formação e doutor em Ciências. Se define como Ensaísta trafegando pela Neurociências, Literatura e Artes Visuais. É autor de "O Professor e o fabricante de para-raios - Ensaios sobre quase tudo", 2014 e "Arqueologia de um Poema Romântico, Anos 70", 2017.

Se dedica à pintura e desenho desde a adolescencia, estudou pintura e desenho em Lençóis Paulista com os Professores Elenice Lorenzetti e Armando Persin.

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Ailton Ribeiro

Ailton Ribeiro é pintor, designer e arte educador formado pela Unesp, Campus Bauru.

Descobriu o desenho ainda criança e jamais o deixou. Este tem sido ao longo de sua vida seu principal meio de expressão, e ainda hoje, toda sua produção, que inclui a pintura, a gravura e a escultura, tem como base a pesquisa pessoal e contínua sobre o desenho e o seu desenvolvimento.

Seu trabalho, apesar de figurativo, por seus objetivos plásticos mais notadamente presentes nos valores expressivos dos elementos visuais que utiliza, e como se relacionam no seu conjunto, revela uma obra essencialmente abstrata. Nela, a feminilidade é característica constante, e não se limita aos temas que a podem sugerir diretamente - como os nus femininos, as naturezas mortas ou as rosas, mas é ‘visível’ em toda sua abra, marcada geralmente pelo contraste, pela harmonia, pela ambiguidade e, sobretudo, por aspectos emocionais que se sobrepõem aos da razão.

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