Sugestão do curador

Ery Nunes - Janeiro/2019

Natural do interior da Paraíba, autodidata, começou nas artes através de desenhos, colagens e pintura a lápis. Conta com uma trajetória de mais de 20 anos nas artes, exibindo seus trabalhos em diversas mostras individuais e coletivas, incluindo algumas internacionais. Por contingências da vida passou um longo período afastado da pintura, voltando com dedicação total somente em 2012, diretamente com óleo sobre tela. Desenvolve um estilo abstracionista em fragmentos pictóricos em magníficas composições que retratam paisagens urbanas e experiências pessoais. 

Nas palavras do artista: 

“A exploração da natureza corresponde a um afastamento que é preciso compensar de múltiplas maneiras: nos paraísos artificiais das cidades, na entrega a lugares idílicos da paisagem, mas também nas reservas emocionais da civilização, no interior das festas e passagens e, por fim, nos cultos esotéricos e nos ensinamentos secretos que minam a racionalidade”.

“Vocês não imaginam a ansiedade de mergulhar na imensidão do mundo branco de uma tela e extrair cores e formas. Pintar me fascina. Criar me extasia. Isso tudo junto, me fragmenta em pedaços de felicidade.”

“Quando me deparo com aquele mundo maravilhoso, a imensidão de uma tela ainda totalmente branca, me dá uma sensação enorme de poder, de importância, que o coração não descreve, a mente não narra.”

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J A Garbino - Dezembro / 2018

J A Garbino é médico de formação e doutor em Ciências. Se define como Ensaísta trafegando pela Neurociências, Literatura e Artes Visuais. É autor de "O Professor e o fabricante de para-raios - Ensaios sobre quase tudo", 2014 e "Arqueologia de um Poema Romântico, Anos 70", 2017.

Se dedica à pintura e desenho desde a adolescencia, estudou pintura e desenho em Lençóis Paulista com os Professores Elenice Lorenzetti e Armando Persin.

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Luisa Libardi - Novembro/2018

Formada em Engenharia Civil em 1981, mas sempre procurando se expressar nas Artes, procurou por cursos de desenho, pintura e história da Arte. Alguns dos seus orientadores foram: Edith Derdyk, Norberto Stori, Rafael Campos Rocha, Paulo Klein, Heron Medeiros, De Lima, Ida Zami, Norma Grimberg, Sara Beltz, Magliani, entre outros. 

Realizou dezenas de exposições individuais, nas seguintes cidades: São José do Rio Preto, Rio Claro, Piracicaba, Ribeirão Preto e São Paulo. Participou de várias de exposições coletivas em muitas cidades do interior de São Paulo e na Capital. 

Desenvolveu a temática da cana-de-açúcar, inicialmente explorando cores e composições figurativas, passando depois ao abstrato. Trabalhou nessa temática por 21 anos em várias técnicas, tais como: aquarela, óleo, acrílica, pastel seco e pastel oleoso. 

Outra pesquisa em que se dedicou está focada nas comunidades. Observando e pesquisando "in loco" em algumas Favelas do Rio de Janeiro para desenvolver esse trabalho. 

Atualmente trabalha com a Fotografia. Pesquisa feita inicialmente com fios de samambaias, folhas e galhos secos, todos retirados do quintal de seu ateliê, depois a pesquisa se ampliou pelas ruas da cidade com os materiais achados no chão. Sua intenção foi buscar leveza, transparência e uma forma poética de olhar para essa matéria já morta e esquecida. Realiza sobreposições fotográficas com as fotos e outras vezes sobreposições com as fotos e suas aquarelas (pintadas dentro da temática natureza).

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Harold von Keller - Outubro/2018

Harold von Keller nasceu em Paris, França em 1948 e emigrou com a familia para o Brasil em 1955.

Cursou Artes na UFRGS, no instituto de artes, no qual se graduou em 1975, recebendo o premio Bolsa Brossard. Começou a expor seus trabalhos nos anos 70 na galeria Alencastro Guimarães, galeria Delphus, Paulo Capelari, Museu do Trabalho, clube Juvenil, Galeria Obino, entre outras.

Pinta desde sua infância, pois já nasceu em um ambiente artístico: seu pai era joalheiro escultor e também esculpia adereços para Etienne Aigner, famosa marca do ramo do luxo, e também, pelo lado materno, é bisneto de Sergei Ivan Shchukin, famoso colecionador russo e patrono de Matisse e Picasso. 

Muito severo e critico com sua pintura, sempre exprimiu suas preocupações em todos os campos do pensar, jamais sucumbindo às tentaçoes comerciais.

Consta em verbete no dicionário das artes plásticas de Renato Rosa.

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João Correia Filho - Setembro/2018

Depois de mais de vinte anos atuando como fotojornalista, João Correia Filho exibe um portfólio repleto de imagens que foram muito além das reportagens e livros que publicou.

Basta um olhar mais atento para perceber que seus instantâneos apontam caminhos menos óbvios, leituras suspensas no ar, sutilezas capazes de tocar as pessoas por sua graça e realismo.

Com passagens por algumas das mais importantes revistas do Brasil e do exterior, destacou-se por seu trabalho ligado à literatura, transformando em imagens o universo de escritores como João Guimarães Rosa, João Cabral de Melo Neto, Miguel de Cervantes, Fernando Pessoa e Ítalo Calvino.

Também é autor de três guias literários: Lisboa em PessoaÀ luz de Paris São Paulo, literalmente. Com Lisboa em Pessoa foi um dos vencedores de Prêmio jabuti 2012, na Categoria Turismo.

Atualmente, João Correia Filho dedica-se a desenvolver projetos autorais ligados à fotografia e ao documentário audiovisual, como integrante do Coletivo Mó Documental.

Com diversos prêmios de fotografia e de jornalismo, seu trabalho nos leva também a um mergulho em cenas cotidianas, paisagens e retratos ao redor do mundo, como no ensaio Povo de Luta, que traz o dia a dia das academias de boxe de Havana; ou no lirismo do voo de gaivotas nas docas de Barcelona, presente em Barcelona Blue; ou ainda no encanto insuspeito da agitada urbanidade paulistana.

Tudo tem poesia aos olhos de João Correia Filho.

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Ailton Ribeiro - Agosto/2018

Ailton Ribeiro é pintor, designer e arte educador formado pela Unesp, Campus Bauru.

Descobriu o desenho ainda criança e jamais o deixou. Este tem sido ao longo de sua vida seu principal meio de expressão, e ainda hoje, toda sua produção, que inclui a pintura, a gravura e a escultura, tem como base a pesquisa pessoal e contínua sobre o desenho e o seu desenvolvimento.

Seu trabalho, apesar de figurativo, por seus objetivos plásticos mais notadamente presentes nos valores expressivos dos elementos visuais que utiliza, e como se relacionam no seu conjunto, revela uma obra essencialmente abstrata. Nela, a feminilidade é característica constante, e não se limita aos temas que a podem sugerir diretamente - como os nus femininos, as naturezas mortas ou as rosas, mas é ‘visível’ em toda sua abra, marcada geralmente pelo contraste, pela harmonia, pela ambiguidade e, sobretudo, por aspectos emocionais que se sobrepõem aos da razão.

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Avi Neto - Julho/2018

Mesmo antes de sua adolescência, o artista Avi Neto já demonstrava grande interesse pelo desenho e pela pintura. Aos 12 anos de idade foi admitido num programa para jovens talentos junto à Faculdade de Belas Artes Goiás. Desde então o artista sempre buscou o aperfeiçoamento de seu trabalho. Aos 18 anos de idade ganha o primeiro lugar numa competição artística denominada “Jovens Talentos” patrocinado pela, então, galeria de artes Casa Grande. A partir de então participa de inúmeras exposições em Goiânia. Em 1985, Avi Neto gradua-se em Arquitetura e Urbanismo pela então Universidade Católica de Goiás, hoje PUC-Go.

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Lucia Costa - Junho/2018

Nas palavras da artista Lucia Costa: "Em meu processo criativo me inspiro nas paisagens arquitetônicas, quase sempre nos espaços urbanos por onde transito, capturadas por minha lente fotográfica. Desenvolvo uma narrativa abstrata, na qual imagens fragmentadas se reorganizam tanto nas fotocolagens digitais como nas pinturas. A minha intenção é sempre ir além dos espaços urbanos já ocupados e esvaziar as imagens de seus significados. Busco não deixar pistas desses espaços outrora fotografados, mas imagens/composições únicas num contexto de incertezas e de infinitas possibilidades e recolocá-las no mundo contemporâneo."

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