Sugestão do curador

L. Folgueira

Outubro de 58, nasce em São Paulo Luiz Sergio Folgueira, e tão logo pega um lápis demonstra alguma habilidade em seus desenhos. Em Franca, nas suas férias, ficava sempre ao lado do seu primo Ico, que possuía uma habilidade gráfica incrível, passando horas observando-o e tentando acompanha-lo.

Lá pelos 10 anos, sua mãe o coloca num curso livre de desenho, fixando seu figurativo humano, e seu gosto por carros, desenhados ao fundo dos cadernos por vezes durante as aulas.

Na escola era evidente seu diferencial, forma, luz e sombra com esfumados quase perfeitos.

Muda-se para Salvador, e por conta da proximidade com o mar, seus olhos voltam-se para os esportes, mas sua criatividade aflora para outras áreas, projetando e fabricando quilhas e pranchas de surf.

Aos 14 volta à carga na arte, abandonando um pouco o lápis e se aventurando na tinta. Início desastroso, sem conhecimento algum, mas persevera.

Sua vocação pelo desenho nunca foi abandonada mesmo formando-se em técnico mecânico, opta pela área de projetos com uma rápida ascendência...

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Marcus Jacobina

Natural de Salvador, Bahia, vive e trabalha em São Paulo desde 2003. Tem formação em Publicidade e Propaganda (2004) e Psicologia (2011). É também aluno no curso de Artes Plásticas na Escola Panamericana de Artes. 

Sempre se interessou pelas Artes, aproximando-se do desenho espontaneamente ainda criança. Após um longo período de hibernação, aproveitando suas formações educacionais e sua experiência profissional, iniciou sua dedicação às Artes Plásticas, sendo que, desde o final de 2017 vem construindo sua trajetória no mundo da Arte. 

Sua pesquisa pictórica é rica e abrangente, mas seu interesse pelo Expressionismo Abstrato fica bastante claro em suas obras. suas influências são multiplas assim como suas fontes de inspiração. Grande apaixonado pelas cores, define seu trabalho como gestual e intuitivo: um convite deliberado e intencional para que o expectador perceba que a intensidade de suas emoções são a matéria prima de seu trabalho. 

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Maria Stefanon

Natural do Espirito Santo, professora de Artes, com formação pela UFES (Universidade Federal do Espirito Santo) e licenciatura em Artes Visuais. O gosto pela arte sempre acompanhou a artista que nunca se viu fazendo outra coisa que não tivesse relação com ela. Desenho, pintura e poesia estão entre suas grandes paixões.

Atualmente dedica-se a lecionar Artes e à sua intensa produção em seu ateliê. Já participou de algumas exposições e obteve alguns prêmios, tendo uma de suas obras selecionadas para o acervo do Exercito Brasileiro.

Seu trabalho fala das coisas que a tocam, das pessoas, dos lugares imagináveis e inimagináveis, da solidão, da ironia, do que é belo e do que não é.

De acordo com a artista, sua obra desenvolve-se em dois aspectos destintos: num primeiro momento na relação entre a forma e a cor, onde o desenho se manifesta, onde a linha invade a tela, tornando a imagem surreal muitas vezes; em uma segunda vertente, registra-se a presença do humano, suas fraquezas, sua solidão, sua beleza. Nesse caso suas obras tanto podem ganhar contornos de crítica e de ironia, como se apresentar como mero resultado da observação daquilo que a cerca e atrai o seu olhar.

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Fernando Feierabend

Nascido em São Paulo, em 1966, arquiteto por formação e artista por vocação. Despertou para a Arte ainda criança, instigado pelas obras do consagrado pintor Tikashi Fukushima, que não cansava de admirar. Estudou Arquitetura na Faculdade de Belas Artes de São Paulo, quando então percebeu sua afinidade com desenhos geométricos, desenhos de observação e modelos vivos. Seus professores, mestres da arte como Renina Katz e Paulo von Poser, foram responsáveis por fazer despertar ainda mais seu interesse pelas artes plásticas, sendo à partir deste contato mais próximo com a pintura e suas pesquisas, que o fizeram definir seu caminho. Nas palavras do próprio artista:  “Sou pintor por essência, instinto e vocação”.

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Márcio Santana

Mácio Santana nasceu em Socorro-SE, em 1978 e reside salvador desde 1980. Autodidata, aos 13 anos, deu seus primeiros passos na carreira de artista plástico como assistente de dois artistas Sinval e Cesar Romero.

"Na pintura de Márcio Santana, o colorido anima forças originárias das primeiras sensações visuais. Tais sensações remetem ao nascedouro das cores, como se presenciássemos a criação do Universo. Aprendizes na cena do surgimento do mundo, descobrimos nas telas de Márcio delicadas mudanças de luminosidade pontuando o início da vida. Porque das luzes surgem as cores. Das luzes, emana a vida. E nas cores fluem outras cores. Nas telas de Márcio Santana, a monocromia nos surpreende com inesperados, rumos luminosos, tal se navegássemos constelações diurnas. Assim, em meio a texturas brandas, surge uma plêiade de pequenas luzes e matizes, que, entre continuidade e a descontinuidade de movimentos lineares, sugerem um código primevo a ser decifrado. Andarilhos do enigma sentimos que nessas cores e luzes reverberam imaginárias sonoridades de um poema qeu fala da criação do mundo. No poema, visitamos o interior das mandalas do Oriente. Participamos de antigos ritos das cavernas. E caminhamos sobre tapeçarias oníricas que nos trazem de volta ao chão. Ao seguirmos tal percurso, inicia-se nosso aprendizado das luzes."

Mirian de Carvalho, ABCA - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CRÍTICOS DE ARTE

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Ery Nunes

Natural do interior da Paraíba, autodidata, começou nas artes através de desenhos, colagens e pintura a lápis. Conta com uma trajetória de mais de 20 anos nas artes, exibindo seus trabalhos em diversas mostras individuais e coletivas, incluindo algumas internacionais. Por contingências da vida passou um longo período afastado da pintura, voltando com dedicação total somente em 2012, diretamente com óleo sobre tela. Desenvolve um estilo abstracionista em fragmentos pictóricos em magníficas composições que retratam paisagens urbanas e experiências pessoais. 

Nas palavras do artista: 

“A exploração da natureza corresponde a um afastamento que é preciso compensar de múltiplas maneiras: nos paraísos artificiais das cidades, na entrega a lugares idílicos da paisagem, mas também nas reservas emocionais da civilização, no interior das festas e passagens e, por fim, nos cultos esotéricos e nos ensinamentos secretos que minam a racionalidade”.

“Vocês não imaginam a ansiedade de mergulhar na imensidão do mundo branco de uma tela e extrair cores e formas. Pintar me fascina. Criar me extasia. Isso tudo junto, me fragmenta em pedaços de felicidade.”

“Quando me deparo com aquele mundo maravilhoso, a imensidão de uma tela ainda totalmente branca, me dá uma sensação enorme de poder, de importância, que o coração não descreve, a mente não narra.”

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J A Garbino

J A Garbino é médico de formação e doutor em Ciências. Se define como Ensaísta trafegando pela Neurociências, Literatura e Artes Visuais. É autor de "O Professor e o fabricante de para-raios - Ensaios sobre quase tudo", 2014 e "Arqueologia de um Poema Romântico, Anos 70", 2017.

Se dedica à pintura e desenho desde a adolescencia, estudou pintura e desenho em Lençóis Paulista com os Professores Elenice Lorenzetti e Armando Persin.

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Luisa Libardi

Formada em Engenharia Civil em 1981, mas sempre procurando se expressar nas Artes, procurou por cursos de desenho, pintura e história da Arte. Alguns dos seus orientadores foram: Edith Derdyk, Norberto Stori, Rafael Campos Rocha, Paulo Klein, Heron Medeiros, De Lima, Ida Zami, Norma Grimberg, Sara Beltz, Magliani, entre outros. 

Realizou dezenas de exposições individuais, nas seguintes cidades: São José do Rio Preto, Rio Claro, Piracicaba, Ribeirão Preto e São Paulo. Participou de várias de exposições coletivas em muitas cidades do interior de São Paulo e na Capital. 

Desenvolveu a temática da cana-de-açúcar, inicialmente explorando cores e composições figurativas, passando depois ao abstrato. Trabalhou nessa temática por 21 anos em várias técnicas, tais como: aquarela, óleo, acrílica, pastel seco e pastel oleoso. 

Outra pesquisa em que se dedicou está focada nas comunidades. Observando e pesquisando "in loco" em algumas Favelas do Rio de Janeiro para desenvolver esse trabalho. 

Atualmente trabalha com a Fotografia. Pesquisa feita inicialmente com fios de samambaias, folhas e galhos secos, todos retirados do quintal de seu ateliê, depois a pesquisa se ampliou pelas ruas da cidade com os materiais achados no chão. Sua intenção foi buscar leveza, transparência e uma forma poética de olhar para essa matéria já morta e esquecida. Realiza sobreposições fotográficas com as fotos e outras vezes sobreposições com as fotos e suas aquarelas (pintadas dentro da temática natureza).

Conheça um pouco mais o trabalho da artista Luisa Libardi aqui.

 

 

 

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Ailton Ribeiro

Ailton Ribeiro é pintor, designer e arte educador formado pela Unesp, Campus Bauru.

Descobriu o desenho ainda criança e jamais o deixou. Este tem sido ao longo de sua vida seu principal meio de expressão, e ainda hoje, toda sua produção, que inclui a pintura, a gravura e a escultura, tem como base a pesquisa pessoal e contínua sobre o desenho e o seu desenvolvimento.

Seu trabalho, apesar de figurativo, por seus objetivos plásticos mais notadamente presentes nos valores expressivos dos elementos visuais que utiliza, e como se relacionam no seu conjunto, revela uma obra essencialmente abstrata. Nela, a feminilidade é característica constante, e não se limita aos temas que a podem sugerir diretamente - como os nus femininos, as naturezas mortas ou as rosas, mas é ‘visível’ em toda sua abra, marcada geralmente pelo contraste, pela harmonia, pela ambiguidade e, sobretudo, por aspectos emocionais que se sobrepõem aos da razão.

Conheça um pouco mais do seu trabalho aqui.

 

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