Sugestão do curador

Palmer Bücker

Nascido no Rio Grande do Sul, Palmer Bücker mudou-se para São Paulo em 2002. Graduado em Gastronomia e com especialização em confeitaria, desde a infância desenvolveu grande sensibilidade para as artes, inclusive na área da música.

Durante a idade escolar assistiu uma palestra sobre carreira do artista,  o que o fez iniciar um caminho investigativo sem volta sobre diversos artistas e o universo das artes. Na mesma época iniciou estudos na língua francesa, reforçando ainda mais sua paixão pelas artes.

Mesmo com carreira paralela em outra área, por ocasião de sua lua-de-mel em Paris, se depara com a obra “A Liberdade Guiando o Povo”, de Delacroix e também com os incríveis Jardins de Monet, em Giverny: momentos marcantes e decisivos que fizeram o impulso artístico que o acompanha desde a mais tenra idade, o lançar sem medo no mundo das artes.

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Dionísio Jacob

Dionísio Jacob nasceu em São Paulo, em 1951, filho de dois artistas pioneiros da teledramaturgia e da antiga TV Tupi, no bairro do Sumaré. Cresceu cercado dos livros que os pais liam e adaptavam para os teleteatros e a literatura sempre foi presente em sua casa. Ainda assim, na adolescência se apaixonou pela pintura e pelo desenho o que o levou a cursar a Faculdade de Artes Plásticas (FAAP), chegando a fazer exposições e ilustrações de alguns livros.

No meio do caminho foi aluno de Naum Alves de Souza e conheceu os amigos que tomaram parte na aventura do POD MINOGA STUDIO, grupo multimídia de teatro e artes visuais muito ativo nos anos 1970. No grupo faziam de tudo, desde a cenografia até o texto final. Fez também  curso de fotografia e chegou a trabalhar rapidamente nesta área. Trabalhou muitos anos como professor de educação artística em várias escolas e durante os anos 80 foi sócio de uma pequena escola de arte para crianças e adolescentes chamada Casa do Sol.

Além de escrever livros adultos e juvenis e de elaborar roteiros para programas infantis como Rátimbum, Castelo Rátimbum, Cocoricó, nos últimos anos retomou a pintura em acrílico e tem exposto recentemente estes trabalhos.

Nas palavras do artista:  "desde criança me desenvolvi numa atmosfera artística integral. Hoje em dia julgo que as atividades na área literária e visual são complementares e essenciais para mim. De fato, creio que sou um contador de histórias, seja por palavras, seja plasticamente. E a formação visual enriquece o meu texto de algum modo, assim como o contrário também se dá."

Na pintura, o cromatismo que utiliza procura refletir sua empatia com o universo infantil, adquirida através do contato diário como professor durante muitos anos. Gosta da expressão direta, da poesia e do encantamento que envolve a criança, desde aquelas que nos rodeiam diariamente, como aquelas que insistem em nos habitar vida afora.

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Silvana Monteiro

Desde muito cedo a artista Silvana Monteiro decidiu usar papel e lápis para expressar suas emoções através das cores, formas e texturas, obcecada por combinações. Se tornou arquiteta mas nunca colocou suas tintas e telas de lado.

Seu ateliê está em qualquer lugar que seu coração sinta uma forte conexão, e então esse lugar se tornará instantaneamente um dos seus lugares favoritos no mundo.

Seu trabalho reflete momentos, experiências e sentimentos, dinamicamente e diversamente, assim como sua personalidade... 

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Patrícia Melro

Nascida em Maceió, Alagoas no ano de 1961, Patrícia Melro se interessou pelo universo das artes ainda na infância, ao admirar sua avó paterna sempre em frente à seu cavalete. Em 1985, formou-se em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal de Alagoas e durante mais de 30 anos dedica-se a profissão. Autodidata, sua arte não se prende à regras e nem técnicas, a artista faz aquilo que sua intuição manda. Antes de ser intuitiva, gestual, ou técnica, sua obra é uma ferramenta de prática espiritual.

Nas palavras da própria artista:

“Vejo a vida como um aprendizado constante e a arte um portal sagrado de encontro com o Divino. É assim que realizo meu trabalho, colocando nele o que há de melhor em mim, deixando que a intuição me guie. Não me prendo à regras nem técnicas, faço aquilo que meu coração pede. Quando mudo as perspectivas, crio novas possibilidades.”

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Ricardo Baroni

Ricardo Baroni é artista visual, de tendência multiartística, desde sempre inclinado para a arte e cultura.

É natural de Belo Horizonte onde vive e trabalha.

Artesanato, dança, desenho de arquitetura, design de ambientes, artes gráficas, artes plásticas, gastronomia, poesia e folclore são algumas de suas vivências.

Seu trabalho autoral de linguagem fotográfica, deriva de seus registros, que fornece a imagem como matéria prima para um processo artístico que implica pesquisa, experimento e criação através da edição digital.

Com carácter poético, em uma produção que denota inquietude diante da profusão de possibilidades de expressão das imagens, incita a
imaginação do leitor quanto a origem dos registros. Sente produzir com intensidade, intuição e sentimento, onde flui a sintonia e percepção quanto a beleza intrínseca na paisagem comum, ao acessível e singular.

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Nádia Maria

O trabalho poético e particular de Nádia Maria já ganhou reconhecimento por diversos países, com publicações e exposições, entre eles: Espanha, França, Itália, Estados Unidos, Austrália, Rússia, Alemanha, Holanda (Países Baixos), Inglaterra, China...

Foi vencedora do concurso cultural da National Geographic Brasil Sua foto e também teve uma imagem reconhecida pela National Geographic americana entre as 12 melhores imagens do mês.

Fechou um contrato de licença de imagem com a Art + Commerce e a Vogue Italiana, que são agora responsáveis pela venda de uso editorial de algumas de suas imagens... 

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Claudia Seber

Arteterapeuta, designer de jóias e Terapeuta Ocupacional de formação, atua há mais de 20 anos no ramo da joelheira autoral, tendo se dedicado simultaneamente à criação e produção de jóias, adornos e ao ensino técnico das mesmas.

As esculturas surgiram com a ideia de mesclar a técnica da joalheria e o refugo da produção de joias, a diversos e inusitados tipos de metais recolhidos aleatoriamente pelas ruas e caçambas da cidade de São Paulo. Uniram-se a essa lista, vidro, mármore, madeira, enfim todo e qualquer material utilizado na composição artística das esculturas. A prioridade é sempre o material de descarte. A inspiração para as composições surge da fusão entre a Alma da Matéria e a Alma Singular dotada de conceitos e simbologias comuns a todo o Universo Humano. O cerne da produção não é a reciclagem, mas a ressignificação do mundo material compondo-o estética e simbolicamente, através da Arte.

A pesquisa de novos materiais é uma constante na produção das esculturas, embora a base técnica utilizada seja a da joalheria tradicional, somada a conceitos de metalurgia na conservação e manuseio de metais ferrosos. Cada novo material, seja a madeira, vidro, acrílico ou os demais, exige o estudo e o conhecimento concernente ao seu uso. Compondo-os lado a lado, o olhar estético e, sobretudo o conceitual e simbólico, constituem cada nova escultura juntamente com o ato de nomeá-las, ou seja, personifica-las enquanto objeto Uno e Original.

Finalista do concurso REFLEXÃO ARTE HOJE patrocinado pelo shopping D&D ( 2017 ) a Obra ÁLAMO figurou, dentre mais de 400 trabalhos entre os 50 primeiros colocados. É a representação da Arte através do processo de germinação da árvore, contextualizada no mundo contemporâneo.

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Maria Stefanon

Natural do Espirito Santo, professora de Artes, com formação pela UFES (Universidade Federal do Espirito Santo) e licenciatura em Artes Visuais. O gosto pela arte sempre acompanhou a artista que nunca se viu fazendo outra coisa que não tivesse relação com ela. Desenho, pintura e poesia estão entre suas grandes paixões.

Atualmente dedica-se a lecionar Artes e à sua intensa produção em seu ateliê. Já participou de algumas exposições e obteve alguns prêmios, tendo uma de suas obras selecionadas para o acervo do Exercito Brasileiro.

Seu trabalho fala das coisas que a tocam, das pessoas, dos lugares imagináveis e inimagináveis, da solidão, da ironia, do que é belo e do que não é.

De acordo com a artista, sua obra desenvolve-se em dois aspectos destintos: num primeiro momento na relação entre a forma e a cor, onde o desenho se manifesta, onde a linha invade a tela, tornando a imagem surreal muitas vezes; em uma segunda vertente, registra-se a presença do humano, suas fraquezas, sua solidão, sua beleza. Nesse caso suas obras tanto podem ganhar contornos de crítica e de ironia, como se apresentar como mero resultado da observação daquilo que a cerca e atrai o seu olhar.

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J A Garbino

J A Garbino é médico de formação e doutor em Ciências. Se define como Ensaísta trafegando pela Neurociências, Literatura e Artes Visuais. É autor de "O Professor e o fabricante de para-raios - Ensaios sobre quase tudo", 2014 e "Arqueologia de um Poema Romântico, Anos 70", 2017.

Se dedica à pintura e desenho desde a adolescencia, estudou pintura e desenho em Lençóis Paulista com os Professores Elenice Lorenzetti e Armando Persin.

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Ailton Ribeiro

Ailton Ribeiro é pintor, designer e arte educador formado pela Unesp, Campus Bauru.

Descobriu o desenho ainda criança e jamais o deixou. Este tem sido ao longo de sua vida seu principal meio de expressão, e ainda hoje, toda sua produção, que inclui a pintura, a gravura e a escultura, tem como base a pesquisa pessoal e contínua sobre o desenho e o seu desenvolvimento.

Seu trabalho, apesar de figurativo, por seus objetivos plásticos mais notadamente presentes nos valores expressivos dos elementos visuais que utiliza, e como se relacionam no seu conjunto, revela uma obra essencialmente abstrata. Nela, a feminilidade é característica constante, e não se limita aos temas que a podem sugerir diretamente - como os nus femininos, as naturezas mortas ou as rosas, mas é ‘visível’ em toda sua abra, marcada geralmente pelo contraste, pela harmonia, pela ambiguidade e, sobretudo, por aspectos emocionais que se sobrepõem aos da razão.

Conheça um pouco mais do seu trabalho aqui.

 

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